Roubos de reboques no Rio é flagrados por câmeras de segurança

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Donos dos veículos que operam na Região Metropolitana, relatam uma rotina de insegurança e protestaram na manhã desta segunda-feira (30) na Avenida Brasil.

Imagens de câmeras de segurança flagraram roubos de veículos usados para reboques no Rio de Janeiro. Os donos dos veículos que operam na Região Metropolitana do estado, relatam uma rotina de insegurança e protestaram na manhã desta segunda-feira (30). Eles afirmam que os crimes são cada vez mais comuns.

Eles afirmam que criminosos usam os caminhões para vender a plataforma, que custa caro — em torno de R$ 30 mil. Ladrões ainda pegam guinchos para clonagem ou fazer o transporte de carros roubados.

Sobre a reclamação dos donos de reboques, a Polícia Militar afirmou que o Batalhão de Policiamento em Vias Expressas faz o policiamento ostensivo baseado nos dados sobre crimes de cada região. A PM ressalta que a população deve ligar para o 190, para que cada batalhão tome as providências necessárias para cada área.

Em uma das imagens, dois homens se aproximam de um caminhão-reboque que está estacionado. Eles mexem na maçaneta e, quatro minutos depois, o veículo é levado. O crime aconteceu na última sexta (27), em Irajá, na Zona Norte.

No último dia 20 de agosto, também em Irajá, câmeras de segurança flagraram outro furto: às 4h, dois homens se aproximaram do caminhão parado, destrancaram uma das portas e o levaram.

“Quando o caminhão tem rastreador, eles abandonam o caminhão em um lugar escuro, ermo, e esperam aí papo de meses, semanas, até o rastreador desligar e eles irem lá fazer o resgate desse caminhão e desmontar. Quando eles não desmontam, eles colocam placa e ficam rodando com o caminhão”, explicou Sérgio Nere, reboquista.

O protesto dos donos de reboque aconteceu na Avenida Brasil, na altura de Deodoro. Eles denunciavam o problema e pediam socorro.

“Esse caminhão era para eu poder levantar a minha vida, para poder trabalhar, montar a minha empresa futuramente e hoje eu não consigo”, disse o reboquista Luiz Cláudio de Souza.

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